O Brasil é o segundo país mais ameaçado do mundo por ataques de ransomware, de acordo com um novo estudo da empresa de segurança Bitdefender.

De acordo com o relatório Fast Facts , que destacou as tendências no cenário global de segurança cibernética, o país latino é responsável por 10,64% de todos os ataques de ransomware no primeiro trimestre de 2019. Em comparação, os Estados Unidos representam 11,06% das ocorrências rastreadas durante os primeiros três meses do ano.

Índia, Vietnã e Turquia são os outros três mercados listados na lista do relatório dos cinco países mais segmentados por ransomware.

Para chegar às porcentagens, a Bitdefender considerou ataques de ransomware distribuídos por email, URLs e arquivos. Segundo a empresa, o número de ameaças desse tipo entre janeiro de 2016 e dezembro de 2019 ultrapassou 1,8 bilhão.

Quando se trata de infecção por ransomware por tipo, o Brasil ocupa o terceiro lugar em ameaças enviadas por email, atrás da China e dos Estados Unidos.

As demandas médias de resgate por hackers para liberar arquivos criptografados por seus ataques de ransomware quase dobraram em 2019.

De acordo com dados da empresa de segurança cibernética Coveware, as organizações médias de resgate pagas por incidente durante o primeiro trimestre deste ano são de US $ 12.762, em comparação com US $ 6.733 no último trimestre de 2019.

Como impedir ataques, evitando a infecção em primeiro lugar?

 

 

No final do dia, os atacantes sabem que atingir grandes alvos sistematicamente renderá alguns que pagam. Com suas demandas insaciáveis, os operadores de ransomware estão se dando uma grande vantagem nos negócios.

É por isso que hoje, mais do que nunca, é importante que as organizações na mira dos hackers se equipem com o conhecimento e a tecnologia para detectar e impedir que um ataque de ransomware se desdobre. Às vezes tudo que é preciso é uma boa rodada de treinamento de pessoal.